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O Museu de Agricultura de Fermentões
em dinâmicas do desenvolvimento local

Muitas foram as iniciativas em que o Museu se envolveu, quer com Exposições Temáticas realizadas, quer em parcerias com outras Organizações, nomeadamente Escolas Primárias e Secundárias, o Grupo Folclórico de Fermentões e, ainda, o Museu Alberto Sampaio, da Cidade de Guimarães e o Museu Soares dos Reis, na Cidade do Porto, e, também, com o excelente aconselhamento que lhe tem sido dado, ao longo dos tempos, pelo grande amigo Hugues de Varine, ex-Director-Geral do ICOM, e Membro do Conselho Científico do Museu.
Podemos afirmar, no entanto, que uma boa parte do intenso trabalho desenvolvido, pelo Museu, ao longo dos anos, foi com a Festa do Agricultor de Fermentões, com a Comissão de Festas da Cidade e Gualterianas, e com a Câmara Municipal de Guimarães.
Na verdade, foi o Museu de Agricultura quem assumiu a organização, por diversas vezes, do Cortejo do Linho e do Cortejo Etnográfico, quer no âmbito das Festas da Cidade e Gualterianas, quer, também, no âmbito da Festa do Agricultor de Fermentões.
E, neste momento, o Museu está a passar por uma nova fase da sua intervenção social na Comunidade.
Na verdade, estão a ser preparadas algumas novas iniciativas, nomeadamente:
Colaboração com a Junta de Freguesia d Fermentões, na participação na iniciativa Brigada Verde.
Participação no Conselho Consultivo da Candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia.
Participação na Feira da Terra, iniciativa anual, na Vila de São Torcato.
Participação no Conselho Consultivo da IBR – Incubadora de Base Rural de Guimarães, no Laboratório da Paisagem de Guimarães.
Lançamento das bases gerais para que o Museu de Agricultura de Fermentões possa vir a ser integrado na Rede Nacional de Museus, a cargo da Direcção-Geral do Património Cultural.
Proposta de Parceria, com a Câmara Municipal de Guimarães, no sentido de que o Museu de Agricultura de Fermentões, embora continuando na dependência direta da Casa do Povo de Fermentões, possa adotar a designação de Museu Municipal, nos termos do estabelecido no nº 3 do Artigo nº 94º (denominação de museus), da Lei nº 47/2004, de 19 de Agosto.
Proposta à Direcção-Geral do Património Cultural, no sentido de que seja alterada a Lei nº 47/2004, de 19 de Agosto, designadamente, acrescentando-se um nº 4, ao seu artigo nº 94º, que passe a aceitar a designação de “Museus Comunitários”, em situações como a do Museu de Agricultura de Fermentões, criado por iniciativa da Comunidade, e que serve a Comunidade e o seu desenvolvimento.
Procura de uma Parceria que possa apoiar, técnica e financeiramente, a contratação de um Técnico Superior que garanta uma permanência, diária, nos Serviços do Museu.
A organização da “Confraria Gastronómica de Arroz de Franco Pica no Chão”, lançado num almoço de confraternização realizado no sábado dia 23 de Maio 2015, e que visa, também, apoiar o FAIMAF – Fundo de Apoio ao Investimento do Museu de Agricultura de Fermentões.
Participação no Projeto Europeu EU-LAC MUSEUMS (Museus e Comunidades na Europa e América Latina e Caraíbas (Página), que visa, na verdade, organizar uma Rede de Museus Comunitários Europa/América Latina e Caraíbas, iniciativa que está a ser liderada pelo Museu Nacional de Arqueologia.
Participação na Plataforma DROPS – Plataforma Internacional da Carta de Cooperação para partilha e troca de experiências, no âmbito do ICOM.
Aquisição de vitrinas, para adequada conservação de alguns dos bens museológicos existentes.
Participação na UNINORTE – União Cooperativa da Região Norte, crl, em dinâmicas de cooperação para o desenvolvimento local, em representação da Casa do Povo de Fermentões, Membro daquela Cooperativa.

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